Alavancagem Financeira

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Você sabia que a Alavancagem Financeira pode impulsionar ainda mais sua rentabilidade?

A alavancagem financeira é um crédito que as corretoras emprestam para seus clientes fazerem operações com um saldo superior ao que eles têm aplicado.

Basicamente, a alavancagem financeira é o poder de multiplicar o seu potencial de lucro ou prejuízo por meio de uma operação de crédito cedida pela corretora.

Isso significa que no lugar do seu investimento oscilar apenas sobre o que você investiu, ele oscila sobre um valor superior que a corretora te emprestou.

A alavancagem é uma técnica muito utilizada para aumentar o potencial de retorno de um investimento. Para tanto, são utilizados diversos recursos externos — como empréstimos, financiamentos ou derivativos.

A corretora te empresta esse valor financeiro e utiliza de seus ativos investidos como margem de garantia.

A formação do patrimônio do cliente para composição da margem de garantia pode ser formada por:

  • Ativos índice IBrA.
    A margem é concedida com base no preço de fechamento do ativo, nesse caso usamos 80% do saldo total para alavancagem.
  • Títulos Públicos.
    A margem é concedida com base do preço de fechamento do ativo, nesse caso usamos 80% do saldo total para alavancagem.
  • Saldo Financeiro em conta corrente.
    A margem é concedida com base no fluxo de caixa do cliente que leva em consideração o período até D+2, nesse caso usamos 100% do saldo total para alavancagem.

E na prática, como a alavancagem funciona?

Imagine que você tenha R$ 100 mil para investir e em sua corretora, o limite de alavancagem permitido é de até 3 vezes esse valor. Isso significa que você poderá aplicar R$ 300 mil na bolsa.

Essa estratégia pode ser utilizada para impulsionar seus ganhos em um ativo.

No nosso exemplo, se seus ativos tiverem 1% de lucro, esse cálculo será feito com o valor total, de R$ 300 mil. Ou seja, seus rendimentos são de R$ 3000, e não de R$ 1000.

Contudo, devemos ter cuidado pois se os ativos derem prejuízo, você precisará pagar a diferença do valor total. Isso é, R$ 3000.

É possível alcançar ótimos resultados com alavancagem. No entanto, como se trata de um método de alto risco, é uma estratégia mais adequada para investidores experientes e de perfil arrojado.

Alavancar o capital, como você viu, é a possibilidade de aumentar seus rendimentos. Isso possibilita que investidores Pessoa Física realizem movimentações maiores e consequentemente, alcancem resultados melhores nos investimentos.

Contudo, é preciso estar muito atento ao risco. Afinal, você aplicará um dinheiro que não possui.

Em resumo, para saber se vale a pena operar alavancado, é preciso considerar alguns fatores:

  • Seu perfil de investidor

  • Seu conhecimento sobre a Bolsa de Valores

  • Seus objetivos financeiros
  • Isso significa que a resposta será diferente para cada investidor.

    Lembre-se que operar alavancado permite que pequenos investidores obtenham resultados muito melhores, acompanhando os gigantes da Bolsa de Valores. No entanto, existem riscos.

    Se você ainda não conseguiu decidir se investir alavancado vale a pena para você, veja algumas vantagens e desvantagens dessa operação:

    • Possibilidade de ótimos ganhos em curtíssimo prazo.
    • Oportunidade de obter os mesmos resultados que grandes investidores, mesmo sem muito capital para investir.
    • Em caso de prejuízo, você só precisa arcar com o valor da variação do ativo, e não com o valor total.
      Um exemplo: Levando em consideração o cenário apresentado anteriormente, se a bolsa cair 1%, você terá que arcar apenas com R$ 3.000 que seria 1% do valor total (R$ 3000).
    • O manejo de riscos nesse tipo de operação exige maior entendimento do mercado financeiro. É possível, inclusive, que o investidor acabe por perder todo o capital investido.
    • A alavancagem não aumenta apenas o potencial de lucro, mas também o de prejuízo. Ou seja, você pode obter rendimentos melhores, mas também perderá mais dinheiro se os resultados forem diferentes do esperado.
    • Essa é uma estratégia para perfis arrojados, que funciona apenas no curto prazo e exige monitoramento constante do preço dos ativos. Assim, não é o mais indicado para a maioria dos investidores.