Aumento dos casos de COVID-19 na Europa leva bolsas mundiais à queda

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Diante da pausa nas discussões sobre o novo pacote de estímulo econômico nos Estados Unidos e de declarações do governo que indicam maior comprometimento com a responsabilidade fiscal, o Ibovespa fechou a semana com avanço de 3,0%, nos 101.260 pontos.

O Dólar, por sua vez encerrou a semana com queda de 0,48% em comparação ao Real nesta semana, fechando em R$ 5,62.

Os índices futuros americanos e as bolsas europeias abriram em queda hoje (26/10), devido à aceleração da propagação do COVID-19 e recorde de novos casos no hemisfério norte, novas restrições foram adotadas na Europa.

A expectativa referente a aprovação de um novo pacote de estímulos para diminuição dos danos causados pela crise causada pela pandemia nos Estados Unidos foi reduzida. Fora isso as bolsas na Europa, principalmente na Alemanha foram impactadas após as projeções de queda dos resultados para os próximos anos da SAP, líder no segmento de softwares corporativos.

O diretor-Geral da Organização Mundial de Saúde, informou na sexta-feira (23) que o Hemisfério Norte está passando por um momento crítico, com muitos países vivendo crescimento de novos casos de coronavírus. Por esta razão a partir de hoje (26), a Itália, Espanha e Londres voltarão a adotar medidas de restrição dentre elas, encerramento de atividades em locais públicos e restringirão também encontros entre pessoas que não residam no mesmo endereço.

Nos Estados Unidos, o chefe de gabinete do governo de Donald Trump, Mark Meadows, e a presidente da Câmara Nancy Pelosi, se acusaram do forma mútua de dificultar a aprovação de um novo pacote de estímulos, através de entrevistas que fizeram separadamente à CNN no domingo (25).

Nesta semana a reunião do Copom, a nota de crédito do Banco Central e a divulgação de dados referentes ao mercado de trabalho brasileiro (PNAD e Caged) serão os principais destaques da nossa agenda econômica.

Embora a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) possa continuar apresentando alta da taxa de desemprego, a expectativa é de que os dados de crédito e do Caged (mercado de trabalho formal) continuem apontando melhora gradual.

Com relação à reunião do Copom, a expectativa é de que a Selic seja mantida em 2,00% ao ano.

Os investidores esta semana, estarão atentos sobre resultado das negociações de acordo econômico entre Reino Unido e União Europeia pós-Brexit, e as Eleições nos Estados Unidos, serão já na próxima semana( 03/11). Até o presente momento o candidato Joe Biden continua com vantagem sobre o presidente Donald Trump.

No cenário externo, as decisões de política monetária e a divulgação de dados de crédito e de desemprego também serão as principais divulgações.

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